Inteligência Emocional

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As últimas décadas do séc. XX e o início do séc. XXI assistiram a profundas transformações na educação e na investigação científica, com ênfase particular para a novidades das neurociências, percussoras de novas perspetivas acerca da Inteligência Humana.
O conceito de Inteligência alargou-se para além da velha noção racional linguístico-matemática alterando, por conseguinte, o conceito de Educação, da mera informação transmitida, para a formação integral da pessoa. Com base em noções oriundas das teorias das Inteligências Múltiplas, da importância da criatividade e do papel fundamental das emoções, Daniel Goleman definiu inteligência emocional como a "...capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos." (Goleman, 1998).
 
A inteligência emocional é, pois, a maior responsável pelo sucesso ou insucesso individual e grupal nos dias de hoje. Sabemos, por exemplo, que a maioria das situações de trabalho envolve interações entre as pessoas e, deste modo, pessoas com melhores qualidades de relacionamento humano, como afabilidade, compreensão, gentileza e autocontrole emocional possuem maiores probabilidades de sucesso.
Enquanto pais, professores e educadores em geral, usufruímos atualmente, de um mundo de informação, resultados científicos e ferramentas de trabalho à nossa disposição para desenvolver esta dimensão da inteligência, quer em nós próprios, quer em prol das gerações mais novas (alunos, filhos…).
 

 

Gravado com Sucesso.